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Windows Azure, a plataforma de nuvem da Microsoft, foi oficialmente lançado pela empresa na última segunda-feira.

O projeto funciona como uma plataforma de aplicações que permite a hospedagem e execução de serviços dentro dos datacenters da companhia. Ele fornece uma série de ferramentas de desenvolvimento e gerenciamento aos seus usuários.
Junto com o SQL Azure, o sistema estará disponível em 21 países, incluindo Estados Unidos, Índia, Portugal, Alemanha, Canadá e Finlândia. O Brasil não aparece na lista de países que poderão utilizar o serviço.
“Nossos parceiros já podem vender soluções aos seus clientes para ajudá-los a alcançar novos mercados e aumentar o seu lucro”, afirma Doug Hauger, gerente geral de negócios e marketing para Windows Azure.
Aproveitando a ocasião, a empresa também disponibilizou a versão de testes do Azure Drive. Ele permite que os usuários utilizem suas aplicações usando os padrões das APIs NTFS.
“Quando o Facebook deu um passo para trás quando alterou suas recomendações de segurança no último ano, o que encorajou a troca de informações pessoais com outros visitantes, mesmo os não cadastrados”, afirma o especialista.

Perigo para os negócios
O consultor da Sophos diz que as empresas estão preocupadas com o uso de tais sites no local de trabalho, mas, por outro lado, eles estão se firmando como um canal essencial para os negócios. “Barrar os funcionários não é a resposta, o ideal é investir em ‘segurança social’, por exemplo”, afirma.
No universo de 500 organizações pesquisadas, 72% estão preocupadas com a exposição de seus negócios por causa do comportamento de empregados nas redes. Elas temem que dados sensíveis sejam publicados nos sites.
A empresa de segurança ainda chama atenção ao uso do LinkedIn, utilizado para estabelecer relacionamentos entre profissionais de diversas áreas. O site é conhecido como um diretório de empresas, com dados e posições sobre funcionários. “Isso simplifica o processo de engenharia reversa para descobrir o endereço de possíveis vítimas”, explica Cluley.
Crackers utilizaram uma falha no navegador Firefox para atacar redes relacionadas ao Internet Relay Chat, o famoso IRC.

Segundo o Register, a vulnerabilidade explorada permite que máquinas infectadas se conectem às redes disponíveis enviando spam para os canais de chat.
A contaminação acontece quando o usuário abre um link malicioso com o Firefox contendo um JavaScript especialmente criado para o ataque. Uma vez ativo, o código faz com que o navegador abra sessões em servidores como o popular Freenode.
Como resultado, as redes enfrentaram lentidão e até queda temporária do serviço, além do incomodo causado pela quantidade excessiva de spam.
Em e-mail ao Register, um dos crackers afirmou que vários usuários legítimos foram banidos por participar do ataque sem ter conhecimento do que estava acontecendo.
Um cracker invadiu 49 sites da Casa Branca para publicar fortes críticas ao presidente Barack Obama.

Jeff Ventura, porta-voz do escritório administrativo da Casa Branca, afirmou que os sites são gerenciados por uma empresa privada - a GovTrend.
A maioria dos sites são controlados por técnicos da própria Casa Branca, mas escritórios individuais podem solicitar serviços de terceiros para inserir ferramentas e atualizações.
Ventura informou que a GovTrends "baixou a guarda" quando instalava uma atualização, permitindo que o hacker invadisse sites de políticos e comitês.
O hacker foi obsceno ao se referir a Obama, que havia feito um discurso ontem à noite.
Segundo Ventura, os sites gerenciados pela GovTrends foram reformulados em agosto do ano passado.
A cada segundo um fornecedor de infraestrutura crítica é alvo de um ciberataque, afirma uma pesquisa divulgada hoje pela empresa de software de segurança McAfee.

Hackers frequentemente têm sucesso em ataques contra empresas, afirmam especialistas em segurança, mas as companhias que são alvo dessas incursões raramente as revelam porque temem prejudicar suas reputações e incentivar os criminosos.
Por conta disso, o anúncio do Google de que foi alvo de um "altamente sofisticado ataque dirigido" na China ganhou tamanho destaque este mês.
Para a pesquisa da McAfee, o Centro Estudos Estratégicos e Internacionais ouviu cerca de 600 executivos voltados a áreas de tecnologia da informação e segurança dos setores de energia, transporte, saneamento, governo, telecomunicações e financeiro em 14 países.
"Nos países mais desenvolvidos, a infraestrutura crítica está conectada à Internet e pode não ter os recursos devidos de segurança, o que deixa essas instalações vulneráveis", afirma a McAfee no relatório.
Cerca de 37% das empresas acreditam que a ameaça à infraestrutura crítica esteja crescendo e 40% esperam um importante incidente de cibersegurança para o próximo ano, afirma a pesquisa. O levantamento também sustenta que uma em cada cinco empresas foi vítima de extorsão financeira.
Greg Day, analista de segurança da McAfee, disse que a maior surpresa na pesquisa foi a escala e a amplitude dos ataques.
"Está acontecendo em uma escala tão grande e nós certamente veremos ataques cada vez mais sofisticados", disse Day.
A IDC divulgou um estudo que aponta o crescimento de até 8,2% no mercado de banco de dados até 2013.

Segundo a empresa, o setor chegou a movimentar cerca de US$ 500 milhões em 2009, praticamente o mesmo valor gerado em 2008.
Outro ponto interessante da pesquisa mostra que os segmentos de manufatura, financeiro e de telecomunicações foram os que mais investiram nos bancos de dados nos últimos dois anos, representando um total de 50% dos investidores.
“Se a economia brasileira cresce, o mercado de banco de dados é o primeiro a registrar superávit. Ou seja, se as empresas registram aumento no número de informações e dados, devem investir em novas tecnologias para que tenham condições de suportar o crescimento”, afirma Samuel Carvalho, analista de mercado de software da IDC, ao lembrar que o crescimento do mercado está diretamente ligado ao Produto Interno Bruto do país.
Ele acredita que o crescimento das empresas resulta em uma produção de dados maior que, consequentemente, demanda melhorias na estrutura de armazenamento, levando às companhias a fazerem upgrades.
O IDC aponta que esse mercado de atualizações é responsável por aproximadamente 50% da renda das empresas de BDs, requisitadas para renovar e fazer a manutenção dos sistemas existentes.
Mesmo com otimismo, o mercado encontrou durante o ano uma barreira nas oscilações da moeda americana, que fizeram com que o preço de produtos e serviços subisse por aqui. Isso levou a um repasse de custos aos consumidores
A Oracle decidiu terminar com o projeto Kenai, elaborado pela Sun, como uma das medidas para “organizar a casa” após a recente aquisição da empresa.

A versão beta do serviço colaborativo, lançada em setembro de 2008, tinha o objetivo de promover a produção de software livre, além de hospedar projetos de JRuby e Rails integrados ao Netbeans 6.7.
“A ação foi tomada para garantir as melhores soluções de hospedagem de soluções para clientes em um único local. Minimizar o numero de sites de projetos é um bom começo nessa direção”, aponta um comunicado no site oficial do Kenai.
O arquiteto chefe da Oracle, Ted Farrell, afirmou que a ideia é boa, mas que não acha que ela está funcionando como deveria. O novo objetivo consiste em fechar a versão pública do projeto e utilizá-lo apenas em projetos internos. Talvez, após algum tempo, uma nova avaliação deverá mostrar se o Kenai estará pronto para voltar aos desenvolvedores externos.